A estratégia busca reter investidores por meio da confiança nas instituições estabelecidas e criar padrões para o futuro do sistema financeiro tradicional
A inserção das grandes instituições bancárias no ecossistema de ativos digitais representa uma barreira de proteção corporativa. O objetivo central é conter a perda de participação no mercado para as plataformas nativas de moedas virtuais. Os fatos que baseiam esta cobertura foram publicados pelo Estadão E-Investidor.
A credibilidade histórica das empresas torna-se um diferencial competitivo essencial na disputa pelos recursos dos usuários. O líder de Digital Assets & Blockchain do Santander Brasil, Jayme Chataque, expõe a dinâmica de preferência do público investidor na atualidade.
“A confiança dos clientes em instituições financeiras estabelecidas pode ser um fator decisivo para investidores que preferem ou querem investir em criptomoedas, mas, em vez de usar corretoras cripto, podem acessar esses produtos via bancos tradicionais.”
A modernização da infraestrutura do país exige um esforço conjunto das organizações. O alinhamento operacional figura como etapa indispensável para a consolidação das inovações.
“A colaboração entre bancos e o desenvolvimento de redes e padrões comuns para produtos financeiros digitais são passos importantes para integrar os ativos digitais ao sistema financeiro tradicional.”
As reflexões sobre o posicionamento corporativo marcaram a agenda do primeiro dia do evento Merge São Paulo. O debate ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo, integrando o painel focado no movimento defensivo e nas oportunidades geracionais do cenário institucional de cripto.