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Relatório do Itaú BBA aponta suportes críticos para bitcoin após queda mensal e recomenda cautela aos investidores

Análise técnica indica continuidade da pressão vendedora no médio prazo e define patamares de preço para proteção de capital em criptoativos

O mercado de ativos digitais enfrenta um momento de cautela após o encerramento de um ciclo mensal negativo. Em um novo relatório focado nas perspectivas para março, o Itaú BBA analisou o comportamento do setor e identificou a necessidade de prudência por parte dos alocadores de capital. O bitcoin (BTC), principal referência do segmento, registrou um recuo acumulado de aproximadamente 12% durante fevereiro, embora tenha apresentado uma leve recuperação de 5,65% na última segunda-feira.

A avaliação da instituição financeira aponta para a manutenção de um cenário desafiador. O documento destaca o desempenho recente do setor.

“Fevereiro foi mais um mês difícil para os criptoativos.”

O que o itaú bba projeta para o bitcoin

Os analistas traçaram níveis técnicos específicos que demandam atenção imediata. A projeção indica que o BTC pode buscar um suporte inicial na faixa de R$ 296.270. Caso essa barreira não seja suficiente para conter a desvalorização, novos pisos foram identificados em R$ 246.300 e, posteriormente, em R$ 192.700. A continuidade da pressão vendedora é o cenário base considerado para o médio prazo.

Para que a tendência de baixa seja revertida, o ativo precisaria demonstrar força suficiente para romper a resistência estabelecida em R$ 402.200. Diante da volatilidade atual, a estratégia sugerida envolve a proteção de patrimônio.

“Recomendação é o acionamento de stops caso os ativos indiquem mais quedas pela frente… nos encontramos justamente ‘no meio’ destas quedas no início de março.”

A orientação central para o momento é evitar entradas precipitadas no mercado. O banco enfatiza a importância de aguardar uma definição mais clara do movimento de preços.

“Paciência, para aguardar o término deste cenário de baixa, antes de avaliar os pontos de compra ativos.”

Cenário para ethereum e solana

A correção nos preços não se limitou ao bitcoin, afetando também outros protocolos relevantes. O ethereum (ETH), segundo maior ativo por capitalização, sofreu uma retração de cerca de 14% no mesmo intervalo, apesar de registrar alta de 5,41% na segunda-feira. Para este ativo, o suporte imediato foi calculado em R$ 9.250. A perda deste nível poderia levar a testes nos patamares de R$ 8.385 e R$ 7.620. Uma reversão de tendência no curto prazo dependeria da superação da resistência de R$ 12.410.

A solana (SOL) também apresenta riscos de desvalorização em sua estrutura gráfica atual. Negociada próxima a R$ 358,05 no momento da análise, a criptomoeda possui espaço para recuar até R$ 160,85. Segundo a avaliação técnica do Itaú BBA, o interesse comprador só deve ser retomado de forma consistente caso o ativo ultrapasse a marca de R$ 521,70.

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